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O conceito de
Planeamento Familiar é abrangido pelo de Saúde Reprodutiva
, que implica que as pessoas possam ter uma vida sexual
satisfatória e segura e que tenham a capacidade de se reproduzir e
decidir se, quando e com que frequência o fazem.
Esta última condição
pressupõe o direito de homens e mulheres serem informados e terem
acesso a métodos de planeamento familiar da sua escolha, que sejam
seguros, eficazes e aceitáveis e, ainda, o acesso a serviços de
saúde adequados, que permitam às mulheres terem uma gravidez e um
parto em segurança e ofereçam aos casais as melhores oportunidades
de terem crianças saudáveis.
As actividades de
Planeamento Familiar constituem, deste modo, uma
componente fundamental da prestação de cuidados em Saúde
Reprodutiva.
A consulta de Planeamento
Familiar deve assegurar, também, outras actividades de promoção da
saúde, tais como informação e aconselhamento sexual, prevenção e
diagnóstico precoce das DTS (Doenças Transmitidas Sexualmente), do
cancro do colo do útero e da mama, prestação de cuidados
pré-concepcionais e no puerpério, prevenção do tabagismo e do uso
de drogas ilícitas.
Objectivos das Consultas
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Promover a vivência da sexualidade de forma saudável e segura;
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Regular a fecundidade segundo o desejo do casal;
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Preparar para uma maternidade e paternidade responsáveis;
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Reduzir a mortalidade e a morbilidade materna, perinatal e
infantil;
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Reduzir a incidência das DTS e as suas consequências,
nomeadamente a infertilidade;
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Melhorar a saúde e o bem-estar da família.
Fonte: Saúde
Reprodutiva e Planeamento Familiar – Orientações técnicas –
Direcção Geral da Saúde
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