Página anterior

 



 

   
 

 

 
 

 

 
     
 

 

 
     
     
     
 

 

 
     
 
 
 

 
   
   
   
   
   
   
 
 
 
   
   
   
   
   
 
 
   
   

   


 

   

   



 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
               
                         Alimentação dos 7 aos 9 meses    
     
     
 
         

 

Nutrientes Textura
Proteínas
Vitaminas
Sais Minerais
Hidratos de Carbono


Picados finos

Esmagados

Alimentos Quantidade por dia

Gema de Ovo
Ricos em proteínas de óptima qualidade, devem ser introduzidos muito gradualmente, a partir dos 6 ou 7 meses, começando apenas pela gema. Esta deve ser bem cozinhada e esmagada. Sirva em pequenas quantidades. A clara de ovo só deve ser comida mais tarde, entre os 9 e os 12 meses. A gemada (ovo cru) não é aconselhável.

Carne
Fornece proteínas, vitaminas e minerais. Pode ser dada a bebés com menos de um ano, mas a sua introdução deve ser acompanhada pelo médico. Comece pela carne magra de vaca, vitela ou frango (o porco não deve ser dado até aos dois anos). Deve ser muito bem passada pela máquina ou triturada em pedaços muito pequenos.

Frutas
Fornecem sobretudo vitaminas, diversos sais minerais e fibras. Introduza-as a partir do 5º ou 6º mês, começando pelas maçãs, pêras e bananas, sob a forma de papas e purés.

Legumes
Fornecem vitaminas, sais minerais e fibras. Podem ser introduzidos a partir do 5º ou 6º mês, primeiro sob a forma de caldos ou papas, tornando-se lentamente mais espessos, até formarem purés. A cenoura e a batata são os legumes utilizados para a base de caldos. Complemente com outros legumes, como o feijão verde, a alface, a penca, etc. Cozinhe os legumes em pouca água e aproveite-a, pois é muito nutritiva.

Massas

Arroz
Fornecem sobretudo hidratos de carbono. São óptimos para acompanhar a carne ou o peixe, a partir dos 9 meses.

Farinhas
Muito ricas em hidratos de carbono, são uma importante fonte de energia para o bebé. Costumam ser os primeiros alimentos sólidos a introduzir na dieta do bebé. Mas até ao 6º mês, não use farinhas com glúten, pois esta proteína pode provocar desarranjos digestivos sérios. Existem no mercado diversos tipos de farinhas: lácteas e não lácteas, instantâneas, adicionadas de frutos ou legumes, com cacau, mel, etc.

Leite
 

        
            3 Refeições principais

               Pequeno Almoço
                      Almoço
                       Jantar

    Procurar um sabor novo de cada vez

                                  A preparação dos alimentos


Na preparação caseira da comida, ter o cuidado de a adaptar ao gosto e à digestão do bebé. Servir separadamente os diferentes alimentos para que o bebé os possa diferenciar, apreciar e seleccionar.
Essa é, aliás, um das vantagens da comida caseira relativamente aos boiões.
Variar a aparência e a textura dos alimentos são importantes estímulos para a progressiva adaptação.
Não usar qualquer tipo de tempero. Deixar a criança descobrir o sabor natural dos alimentos.
O sal e açúcar são totalmente dispensáveis: o sal pode sobrecarregar os rins do bebé e o açúcar cria dependência.
                                 Como guardar a comida do bebé                                                                                                                                                              

U
ma forma prática de ter sempre disponível comida diferente para o bebé, consiste em congelá-la sob a forma de cubos.

1. Preparar a sopa e arrefecendo-a numa tigela em água fria.

2. Depois, deitar a sopa numa forma de cubos de gelo, tapando com uma película aderente e levar a congelar.

3. Após congelados, guardar os cubos em sacos plásticos separados por tipos de alimentos.


 

 

 


 
   


Centro de Saúde de Sernancelhe - Tapada da Calçada -3640-224 Sernancelhe
 Tel: 254 550 000 Fax:254 550 009- E-mail:  
cssernancelhe@srsviseu.min-saude.pt
 Edição pelo Centro de Saúde de Sernancelhe